Péricles camufla o potencial vocal em álbum com feats com Ana Castela, Ney Matogrosso, Jota.Pê e Zeca Pagodinho
Péricles lança o álbum 'Camuflagem' com 12 músicas, entre composições inéditas e regravações de canções como 'Faz parte do meu show' Rodolfo Magalhã...
Péricles lança o álbum 'Camuflagem' com 12 músicas, entre composições inéditas e regravações de canções como 'Faz parte do meu show' Rodolfo Magalhães / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Péricles lança o álbum “Camuflagem” no rastro do sucesso do show em que cantou o repertório de artistas da gravadora Motown no Rock in Rio 2026. Com 12 músicas, o álbum “Camuflagem” destaca feats do cantor com Ana Castela, Jota.Pê, Ney Matogrosso e Zeca Pagodinho. Com a boiadeira, Péricles entra no território do pagonejo na gravação da música “Simplesmente acontece” (Guga Capanema, Guilherme Grins e Rayan Felipe). Com Jota.Pê, o dueto acontece na faixa “Até quando” (Daniel Lemos e Leonardo Ferreira), samba-canção que evolui para xote romântico no refrão. A gravação de Péricles com Jota.Pê harmoniza bem os estilos dos dois artistas, sobressaindo no álbum. Já o encontro de Péricles com Ney Matogrosso rebobina um dos maiores sucessos da discografia solo de Cazuza (1958 – 1990), “Faz parte do meu show” (1988), canção de aura bossa-novista composta por Cazuza em parceria com Renato Ladeira (1952 – 2015). Em feat fluente com Zeca Pagodinho, o cantor revive “Não quero mais amar a ninguém” (Cartola, Carlos Cachaça e Zé da Zilda, 1936), samba lançado há 90 anos na voz da cantora Aracy de Almeida (1914 – 1988). O dueto é o ponto alto do álbum. Gravado por Péricles em estúdio com produção musical de Izaías Marcelo e lançado na última sexta-feira, 25 de setembro, o álbum “Camuflagem” também traz no repertório músicas como “Deixei ir” (Prateado e Thiaguinho), “Marcando território” (Elizeu Henrique e Cleitinho Persona), “My love” (Edu Camargo, Fabinho Cézar e Yan Coutinho) e “Tá tudo errado” (Cauíque, Cátia Gonzaga, Filipe Toca e Fábio Braza), “Tá tudo errado” é o pagode que abre álbum cujo repertório, em muitos momentos, parece camuflar parte das imensas possibilidades de Péricles como cantor porque a maioria das músicas não está à altura da grande voz que seduziu o público do Rock in Rio 2026 ao mergulhar com estilo e propriedade no catálogo da gravadora Motown. Capa do álbum 'Camuflagem', de Péricles Rodolfo Magalhães / Divulgação